Introdução ao Módulo 4

No Módulo 4 deste programa, conhecerá o que molda o seu comportamento e forma a sua identidade a nível pessoal. Ter uma imagem clara sobre o crescimento pessoal ajudá-lo-á a superar os desafios de vida com maior facilidade e um sentido de propósito.

O módulo irá conduzi-lo através de:

  1. Domínio da mentalidade
  2. Descobrir a sua Identidade
  3. Ligar aptidões e talentos
  4. Comunicação Autêntica

As competências que desenvolve e que integra na sua vida formarão a espinha dorsal de um eu novo, mais autêntico e empoderado.

É recomendável que percorra o conteúdo deste módulo num período de duas semanas. . Isso dar-lhe-á tempo suficiente para se relacionar ele de uma forma que o torne significativo para a sua progressão de vida.

Espere, mas porque perder tempo com o crescimento pessoal?

O desenvolvimento pessoal envolve uma autoavaliação radical dos seus motivos e da sua cosmovisão. Avaliar-se a si mesmo pode ser, por vezes, desconfortável, mas também abrirá a porta para que novas possibilidades surjam.

A iluminação dá-nos a possibilidade de criar a vida que sempre desejámos, mas que até agora talvez tenhamos tido demasiado medo de procurar.

Alguma vez já se perguntou:

  • Porque estou aqui?

e…

  • O que é importante para mim?

Embora estas perguntas possam parecer assustadoras, vou explicar como o tornar-se consciente dos seus pensamentos é a melhor forma de mudar o seu comportamento, alinhando-o com os seus objetivos.

Em primeiro lugar, vamos estabelecer o elo entre a identidade e o trabalho que dá significado e propósito à sua vida.

Questionar ideologias limitantes

Quando remove a sua programação cultural, o que sobra? Quando deixa de se definir pelas ideologias dos seus pais, amigos, políticos, meios de comunicação social ou mercados – o que sobra?

Questionando, contrariando ou superando construções limitantes, oferece a si próprio a oportunidade de criar uma identidade mais autêntica.

Se não nos questionamos, acabamos à mercê de dogmas – conjuntos de pressupostos limitantes – que nos foram transmitidos pelas gerações anteriores.

A autoconsciência está na base da transcendência de qualquer pensamento limitante. . À medida que nos tornamos mais conscientes do que motiva o nosso comportamento, maior a perceção que somos capazes de adquirir das narrativas que formam o nosso pensamento.

São estas narrativas, todas com as suas particulares perspetivas, que moldam quem somos.

À medida que transcendemos as velhas linhas do pensamento lógico, a nossa compreensão do “eu” torna-se mais complexa. No início, isso pode parecer desafiador, mas na verdade é algo bom. Eis os motivos.

Os benefícios de uma maior conscientização

À medida que desenvolvemos uma compreensão mais holística dos nossos motivos, a nossa visão da vida torna-se mais completa. Podemos rapidamente perceber o que está alinhado com a nossa visão.

Estabelecemos metas mais relevantes. Desenvolvemos relacionamentos mais conscientes com as pessoas que formam a nossa “tribo”. Atraímos relações mais valiosas. Fazemos as coisas mais rapidamente e com uma maior precisão. Conseguimos melhores resultados.

Ao tornarmo-nos conscientes de quaisquer dogmas que nos afetem – e mantendo-nos abertos ao ciclo de feedback – podemos sair de narrativas ideológicas restritivas e começar a criar identidades mais relevantes.

Quanto mais conscientes nos tornamos do que limita o nosso potencial, mais podemos abrir as nossas mentes ao que é possível. Usando com uma tela em branco, temos a liberdade de criar o que quisermos.

Os medos com que nos alimentamos são o resultado de ideologias confinadas, transmitidas por mentalidades anteriores, que já não nos representam.

Por exemplo, ao sair das narrativas do consumismo desenfreado, começa a questionar os mesmos pressupostos que motivam o seu próprio comportamento. Trabalhar mais para poder fazer compras fá-lo feliz?

Começa então a associar os sistemas (dinheiro, energia, educação) que sustentam o mundo e quem você é.

Deixa de fazer o papel de vítima e começa a criar as suas próprias conclusões sobre qual o seu lugar no mundo. Percebe que tem o poder de criar algo único e valioso.

Ao questionar o dogma por trás das falsas crenças (leia-se: não sou suficientemente bom), podemos superar os nossos medos e fazer a mudança.